Loroza Records | Hugh Laurie

No Google, a busca “Ator e Cantor” traz como primeiro link o site de Serjão Loroza. É ex-vocalista do Monobloco e hoje tem banda própria, mas você deve se lembrar dele em alguma novela ou minissérie da Rede Globo. Boa praça, carismático e talentoso, ele é o ícone a representar esta seção, onde vamos apresentar alguns atores, atrizes e celebs que também são músicos.

Além de mancar, ficar em eterno estado de mau humor e descobrir milagrosamente cura para todas as doenças (não Lupus), o ator inglês Hugh Laurie, vulgo Dr. House, também é músico dos bons.

A música está bastante presente no seriado. Lá, nosso valente protagonista também é um amante da música e em diversos episódios aparece junto ao piano ou com uma de suas guitarras destrinchando belas canções, geralmente Blues.

Laurie teve aulas de piano aos 6 anos de idade e toca guitarra, bateria, gaita e saxofone. Foi capa da revista Guitar Aficionado, faz parte como vocalista e tecladista na banda de caridade formada por atores norte-americanos Band from TV e em 2011 colocou na praça o álbum em que reproduz clássicos do Blues “Let Them Talk”.

O CD tem 15 músicas e mais 3 em uma edição especial e é definido pelo músico com uma celebração ao Blues de Nova Orleans.
Veja um teaser com partes da gravação do álbum e depoimento do próprio Laurie, explicando seu amor pelo Blues e como foi que o CD “aconteceu”.

E aí, prefere o médico ou o músico?

Lista rápida: House Toca…

 

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Something in the way, a origem

Nessa seção, trataremos de composições simples que possuem grandes histórias, e outras que são uma completa viagem, parecem ter tanto significado e na verdade nada significam.

Para Butch Vig, ex-produtor do Nirvana, “Something in the Way” foi a música mais difícil de ser gravada do Nevermind, álbum clássico que catapultou o Nirvana para o sucesso sem volta em 1991. Trata-se da faixa mais sensível do disco, um triste sussurrar de Kurt Cobain com uma letra um tanto quanto perturbada e um só mantra: “Algo no caminho. Hmmmm. Yeah. Algo no caminho”.

Cinco motivos para Rodolfo Abrantes voltar para o Raimundos – e um para não voltar

A saga de “Puteiro em João Pessoa”, o sufoco de “Eu Quero Ver o Oco”, a sujeira de “Andar na Pedra” e os arrotos de “Só no Forevis” – junto com a poesia de “Mulher de Fases” – arrebataram a geração roqueira dos anos 90, uma molecada que se inspirava pela atitude dos caras que cantavam rápido em português, falando besteira, usando dread lock e assumindo o lado louco.

Toda banda muda, no entanto – essa é uma verdade necessária para a evolução dos músicos. Então, é de se pensar: não seria legal ver Rodolfo Abrantes voltar ao Raimundos, mesmo que sem saga, sufoco, sujeira e arrotos – quem sabe pelo menos poesia – de antes? Vamos lá, já se passaram onze anos desde que ele deixou o grupo, em 2001. Será que vale?

1. Reconciliação

Faz parte da fé cristã perdoar e ser perdoado, e eu duvido que seja diferente na Bola de Neve Church, Igreja protestante neopentecostal à qual Rodolfo Abrantes é ligado. Não há dúvida de que existe mágoa entre ele e os atuais integrantes do Raimundos, apesar de terem postado foto juntos recentemente, em encontro em um aeroporto. Está na hora de exercitar um dos maiores dons que Deus deu ao homem: perdoar. Não acham? Grandes amigos desde sempre, Rodolfo, Canisso, Fred e Digão merecem um final feliz.

2. Repertório

A temática de loucura, das drogas, da porra-louquice e da sexualização que ajudou o Raimundos poderia servir de empecilho para a volta do convertido Rodolfo Abrantes. Mas a banda tem muitas músicas que vão além da putaria e da sacanagem. Com a volta do vocalista, o grupo poderia enveredar pela temática social e política. “Baile Funky”, “Deixa eu Falar” e até “Reggae do Manêro” são canções assim. E, pô, falar palavrão não é pecado.

3. Fãs

Eles continuam malucos, seja no festival SWU ou nas festas universitárias da USP. E aposto que seguem carinhosos, à espera dessa reconciliação e do retorno daquela banda que marcou a adolescência. Quando o Raimundos surgiu, no início da década de 1990, não havia banda de rock no Brasil com tamanha identidade – misturando baião e rock, com letras gritadas à velocidade da luz e riffs poderosos. Ah, como os fãs sentem saudades dessa banda…

4. Lema e História

Está na música “Marujo”, gravada no primeiro álbum, Raimundos (1994) , uma frase que tem sido usada como lema da banda por fãs e até pelos músicos: “é por isso que o Raimundos nunca vai se acabar”.  Digão continua exaltando essa espécie de promessa como vocalista, mas não vejo motivo para Rodolfo Abrantes não se lembrar do verso também. Essa frase honra a história da banda. Seria legal Rodolfo fazer isso também.

5. Mercado

Não tenho dúvida de que haveria muito interesse na volta de Rodolfo ao Raimundos – interesse de mercado, mais especificamente, ainda que isso esteja muito aquém do que qualquer membro ou ex-membro da banda já tenha comentado. Com certeza, eles ganhariam muito dinheiro. Mas há também o fator do desafio – refazer uma das maiores bandas da história do rock brasileiro – e da relevância disso para a carreira de cada um. Vale a pena ou não vale?

Mas…

Rodolfo morreu

“O Rodolfo do Raimundos morreu”, disse Abrantes, em declaração à revista Rolling Stone em outubro de 2011. A entrevista também tem frases como “não voltaria por valor algum” e “parecia que eu era aquilo (“Rodolfo do Raimundos”). Só que eu não era aquilo. Tinha me tornado aquilo”. Oras, então a questão está resolvida. Não volte Rodolfo, ou quem quer que seja agora.

Resumão do mês aqui no NTR

 

Salve pessoal! Ontem o NTR completou seu 1º mês na labuta. Foram 24 posts onde buscamos apresentar um pouco do que pretendemos postar pela frente. Não esqueçam também de dar uma passada na nossa Fanpage, Twitter e sempre dar um play na nossa playlist aqui, na barra lateral >>

Para facilitar a vida de vocês, abaixo os link de todos os posts:

Tudo sobre música aqui.

Vá ao Lollapalooza sem ouvir as bandas que não conhece

Todos menos eu: Lana Del Rey

De Elvis Presley a Michel Teló

Cool Covers: I don’t wanna miss a thing

Eu vim de Santos!

Música velha, até pra quem é novo

Loroza Records #1: Zooey Deschanel

Maldita indústria cultural: Glee

Todos menos eu: Bon Iver

Umbabarauma, a origem

Feel in love with a girl/boy

Playlist: dia de fúria, p#rr@!

Maldita indústria cultural: Fresno

Todos menos eu: A$AP Rocky

Top 7,5: Aberturas de seriados

Aaah, que saudades do Los Hermanos…HARDCORE

Cool Covers: Game of Thrones

Todos menos eu: The Internet

Right Track #1: Pearl Jam vs. Star Wars
Monitor preview - Pearl Jam vs. Star Wars

Playlist: Músicas que o Foo Fighters não tocará

Cool Covers: Feeling good

Top 7,5: Trilhas de comerciais

Right Track #2: Los Hermanos vs. Brilho eterno de uma mente sem lembranças

 

Top 7,5: Trilhas de comerciais

Não é “tóptêin” nem “tópfaive”, optamos pelo meio termo. Sete “tops” e mais um bônus, o nosso 1/2. O tema sempre varia, o número nunca muda.

 

7.  Eye of the tiger (Glen), Survivor | Starbucks

Essa campanha do Starbucks foi ao ar apenas nos EUA. O filme é um banho de motivação matinal, com uma excelente versão de Eye of the tiger, do Survivor, que também já levou Rocky Balboa ao topo do mundo.


“….. superviiiiiiiiisor”

 

6. Segurança, Engenheiros do Havaí | Chevrolet

Música dos Engenheiros do Havaí que caiu como uma luva nesse filme da Chevrolet. Eu também não sabia que essa música era deles.

 

5. Abra a Felicidade/Open Happiness | Coca Cola

Última campanha global da Coca Cola, contou com Cee-lo Green, Patrick Stump (Fall Out Boy), Brendon Urie (Panic at the disco), Travis McCoy (Gym Class Heroes)  e Janelle Monae. Na versão brazuca, quem cantou foi Di Ferreiro, Pitty e MV Bill.


 

4. All these things that I’ve done, The Killers | Nike

Um dos hinos dos anos 2000, All these things that I’ve done do The Killers, foi utilizada como trilha desse filme curto, mais emocionante da Nike.


Tá ai uma música que o Bono Vox gostaria de ter composto.

 

3. Descobridor dos 7 mares, Lulu Santos | Ryder

Clássico da propaganda brasileira, da época que era mais legal usar Ryder do que Havaianas, culpa da W/Brasil.

 

2. Golden Age, The Asteroids Galaxy Tour | Heineken

Os últimos comerciais da Heineken sempre mostram personagens incríveis fazendo coisas impressionantes. O mais famoso teve como trilha a música Golden Age da banda The Asteroids Galaxy Tour.


Viu Brasil? Não precisa de gostosas pra vender cerveja.

 

1. Fake plastic trees, Radiohead | Síndrome de Down (DM9)

Primeiro lugar mais que justo, Fake plastic trees, ou simplesmente a “música do comercial do Carlinhos”, é um dos sons mais conhecidos no Radiohead no Brasil. Uma curiosidade é que na época do comercial, a EMI chegou até a colocar adesivos na capa do disco “The Bends” com a inscrição “Incluindo Fake Plastic Trees, a música do comercial do Carlinhos”, ou algo equivalente. O filme foi criado pela DM9 para falar de síndrome de down e preconceito. A música foi doada pela banda.


É daí que surgiu a expressão: “Um tapa na cara da sociedade”.

 

1/2. Sabor e emoção de viver | Comédia MTV

Pegue a melodia, a letra e encaixe qualquer coisa, vai dar certo.

E ai, lembrou de mais algum comercial?

 

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Cool Covers: Feeling Good

 
A música “Feeling Good” foi escrita para um musical de 1965 e gravada no mesmo ano pela jazzista e cantora Nina Simone (sensacional, diga-se de passagem).

É esta versão que você ouve aqui, ó:

Em 2001 a música foi gravada pela banda Muse, num tom muito mais, digamos “desconfortável”. A música continuou de altíssimo nível, mas pegou esse climão mais tenso – tanto que foi trilha de um dos filmes mais agoniantes conhecidos pelo homem, Sete Vidas:

A minha preferida é a versão de 2005, do Michael Bublé. Não há muito o que dizer, sente aí o drama:

Bora curtir esse feriadão maroto.

Ps.: Já está tarde e a imagem do post foi a primeira que apareceu no Google. Ficou boa, né?

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Playlist: músicas que o Foo Fighters não tocará

Mesmo com a previsão de um show com mais de 2 horas e meia, é inevitável que algumas músicas populares do Foo Fighters fiquem de fora do show de amanhã (07/04). O que é uma pena, pois algumas foram singles de seus álbuns e ganharam até videoclipes.

Dave Grohl prometeu um setlist digno de festival. Dando uma rápida busca nos últimos shows, dá pra imaginar o que vem e o que não vem por aí. Com certeza o critério para selecionar as músicas para o show pode ser explicado pela variável “tira o pé do chão e grite bem alto”. Não é a toa que a agitação causada pelo show deles já foi comparado a tremores vulcânicos.

Fiquem com a nossa playlist, baseada nos últimos grandes shows:

Big me – Foo Fighters (1995)
“Big me to talk about it I could stand to prove” 

Big Me

 

Hey Johnny Park – The colour and the shape (1997)
“Throw it away long before, I’d share a piece of mine with you” 

Hey, Johnny Park!

 

Walking after you – The colour and the shape (1997)
“If you walk out on me, I’m walking after you”

Walking After You

 

Generator – There’s nothing left to lose (1999)

Next Year – There’s nothing left to lose (1999)
“No one can find us now, living with our heads underground”

Next Year

 

DOA – In your honor (2005)
“Been a pleasure, but the pleasure’s been mine all mine”

DOA

 

Resolve – In your honor (2005)
One more year that you’re not here, has gone and passed you by” 

Resolve

 

No way back – In your honor (2005)

Another round – In your honor (2005)
“Room for photographs, box full of letters, come on make it last…”

Another Round

 

Wheels – Greatest Hits (2009)


A “música que ninguém gosta” segundo o próprio Dave,  Wheels foi dúvida  e quase ficou de fora da playlist, pois nos últimos shows ela vem sendo tocada após o break (ou bis), que é aquele charme que faz os fãs gritarem pela banda após ela sair do palco.

Confira as músicas em sequência abaixo, é só dar o play.

 

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Right Track #1 Pearl Jam vs. Star Wars

 
O pai dos burros conectados, o Wikipedia, define “Soundtrack” como sendo “todo o conjunto sonoro de um filme, incluindo além da música, os efeitos sonoros e os diálogos, também peças para um programa de televisão ou jogo eletrônico”. A trilha sonora é extremamente importante para mim e pode tanto fazer um filme ruim ficar melhor como arruinar um filme potencialmente bom.

A ideia para esta seção surgiu da observação de que algumas músicas tem temática e letras que caem como luvas na história de alguns filmes e/ou personagens do cinema. O propósito é juntar esses dois elementos que nunca antes apareceram juntos ou se fizeram relacionar. Uma bela sacada! ou não.
 

Nesta edição: Alive, Pearl Jam

 

 


Monitor preview - Pearl Jam vs. Star WarsVersão Desktop


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Resoluções disponíveis:

 
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